sábado, 22 de agosto de 2015

Esse veneno que é a pílula antioncepcional

     Não que seja um demônio puro - a pílula de fato foi uma conquista científica e social para as mulheres que, a partir dela, puderam sair com mais força do papel de exclusiva dona de casa parideira. Não que seja ruim ser dona de casa parideira - inclusive acho ótimo - mas conquistar algo a mais que isso, pois podemos e quando queremos :) Então esse medicamento foi um adianto enorme em várias lutas femininas, mas estamos certas em correr esses riscos co a nossa saúde?
     Tenho lido vários artigos ultimamente sobre os problemas que o anticoncepcional pode causar. Sempre soubemos, em termos de senso comum, que fumantes não deveriam tomá-lo pois e m medicamento que mexe um pouco na parte vascular do nosso corpo. Mas era só. Eu, como não fumante, achava que estava totalmente livre de qualquer problema e segui tomando a pílula com tranquilidade - até porque foi receitada por minha primeira ginecologista para tratamento da tendência a cistos benignos que corre na família. A mesma receita foi mantida pela ginecologista seguinte e ela terceira, minha médica até hoje. As três, tenho certeza, são muito boas médicas. Fora todas as médicas de todas as minhas amigas, de quem NUNCA eu tive notícia de terem sido alertadas sobre os reais riscos desse remédio.
     Qualquer coisa que ingerimos tem um efeito sobre nós. Então pensemos: hormônios, que são mensageiros do nosso corpo (são eles que mandam informações do que está acontecendo de um lado pro outro no nosso organismo) que entram todo mês terão um efeito também. E não, o efeito não será só evitar a gravidez.
     Como a pílula age: ela engana seu cérebro fingindo que você está grávida. Isso mesmo. Então pense rapidinho aí em quanto tempo você faz uso de anti e pense que durante todo esse tempo seu cérebro pensou que você estava grávida - e por isso não mandou seus ovários ovularem - e é por isso que você não engravidou de verdade.
     E, gente, isso é massivo. E uma mudança e tanto no funcionamento de vários mecanismos do nosso corpo. Eu, por exemplo, não sinto nada, mas como a pílula me foi receitada muito cedo, nem sei se ela me causa mau humor, por exemplo. Não sei como eu sou sem ela. Só sei que ela faz muito mal. Os problemas vasculares associados a ela não têm relação apenas com tabagismo (fumo) ou se você tem algum familiar que sofre de trombose. Você, eu, sua vizinha, podemos cair durinhas com um avc a qualquer momento. E esse risco, com a pílula, aumenta cavalarmente.
     Quisera eu ter conhecimento suficiente pra discorrer e explicar, mas deixo a reflexão: vale a pena o conforto de prevenir a gravidez pelo preço de um risco desses? Vale a pena esse luxo pelo preço de mexer tato no seu corpo? E quando você pensar que "ah, mas não é assim também, nunca conheci ninguém que tenha passado por isso" lembre-se que para morrermos, basta estarmos vivos. Sempre vai acontecer com alguém e a "raridade" desses casos que tentam empurrar pela minha guela não me convence.
     Quanto menos saímos da natureza do nosso corpo, mais somos fieis a ele, a seu propósito, funcionamento e natureza.
     Alguns links interessantes sobre o assunto:
http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/03/quando-pilula-anticoncepcional-e-pior-escolha.html
http://www.gadoo.com.br/saude/estudo-afirma-que-pilula-anticoncepcional-diminui-cerebro-das-mulheres/
http://www.billingsmethod.org/bom/lit/teach/index_pt.html

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